Os projectos de voluntariado integram os processos sociais das relações humanas. A Cruz Vermelha, o Centro Académico de Braga e o movimento Vencer e Viver constituem alguns exemplos de instituições que realizam actividades de voluntariado na cidade de Braga. Mas como se pode entrar nestes projectos? Quais são os entraves que se encontram ao participar em iniciativas voluntárias?
Os projectos de voluntariado, essenciais à coesão da sociedade, são mais do que manifestações de solidariedade e de boa vontade. Como nos indicam fontes ouvidas, a máquina burocrática ligada às instituições limita o acesso de possíveis voluntários e revela problemas de comunicação entre diversas instituições.
Fazem parte do Centro Académico de Braga há anos, nomeadamente no projecto Gambozinos. Mas o contacto com a organização Sopro e a vontade de ajudar levaram-nos até Moçambique.
Matilde e Vera ajudam nas rondas de distribuição de alimento aos sem-abrigo que o CAB realiza aos domingos, em Braga. Este é um dos muitos projectos do Centro Académico, situado no centro da cidade, que promove acções de ajuda direccionados a toda a sociedade.
David Rodrigues faz parte da Cruz Vermelha. Numa organização em que todos os membros são voluntários, partilha connosco a sua experiência como voluntário e coordenador de diversos projectos de solidariedade.
A entrada no curso de enfermagem tirou-lhe algum do tempo que disponibilizava aos pacientes do Hospital de São Marcos. Sandra Fernandes explica-nos em poucas palavras o que é ajudar, porque saiu e as dificuldades que sentiu para entrar no projecto.
O que acontece quando surgem resistências num projecto de solidariedade? Até que ponto a comunicação é crucial numa iniciativa desta natureza? Fomos ao Hospital de São Marcos, em Braga, uma das entidades promotoras de voluntariado na cidade.